segunda-feira, 28 de setembro de 2009

"Sem subjetivos e abrangentes"

Esta última semana foi, como já cantou o Rei, “uma brasa, mora!”

Três momentos que mexeram com os estômagos de muita gente:

Primeiro, foi aquela declaração da atriz, divulgando seu primeiro texto teatral, e que com relação às drogas, usou de A até Z, olhou para trás e viu o quanto arriscou sua vida e mesmo sem ter subido nas favelas, assim tranquilamente, parou de usar, mas os pais sabiam e ninguém falava sobre isso.

Segundo, foi o assassinato do marginal, no Bairro do Noel.

E por último e não menos importante, a solicitação de um pai em lua-de-mel (na França), para que uma amiga dele (no Brasil), comprasse um presente, para a sua filha (que também está no Brasil). Objeto comprado, um anel. Valor da compra, R$46.000,00. Outra amiga, minha, garante que não são R$46.000,00, mas R$45.000,00!!!

Não.
Não é tudo realidade, não!
É um “Viver a Vida” mesmo!

Afinal, é bem provável que o gasto com o consumo de drogas – pela atriz – tenha chegado a esse valor ou, quem sabe, tenha sido com a rehab (claro que fora do país). Ou talvez, tudo junto possa ter rendido essa despesa. Pode, não pode?

Talvez também, essa seja a quantia que aquele marginal – que atrapalhou o trânsito, que rendeu entrada AO VIVO na TV local, que virou manchete em rede nacional e que nos incomodou tão profundamente, tenha ido cobrar (ou pagar) no local e do jeito, errados.

Quanto ao tal anel ... isso é mais uma história das histórias do Manoel.

Desencanei, então.

Tudo bem. De acordo com a mais nova filosofia de vida:
- Estamos aqui é para sermos felizes, não é mesmo?

Em tempo:

Sabe aquela frase com a qual inicio o texto de hoje?
Pois é! Consta da redação de um estudante universitário (Direito) de 2º período!

“É uma brasa, mora!”

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