quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Na dinâmica do humor

Ao final do dia, sobra o quê?
Ao final da tarefa, resta o quê?
Ao final do relacionamento, ficamos com o quê?

Somos o que somos
O que inventamos
O que produzimos

Ao final não "levamos" nada.
Deixamos
Espalhamos
Dividimos (ou somamos?)

Talvez seja este o sentimento do final.
A terrível frustração das mãos vazias.
A contradição consumista do Ter e Poder,
não tendo e nem podendo coisa alguma.

Ao final dos vários finais que protagonizei ou agonizei
Optei pelo humor.
Bendita gargalhada!
Bendita habilidade apreendida de rir de mim mesma
e reinventar minha jornada!

Um comentário: