quinta-feira, 23 de maio de 2013

escravos de jó

Lendo as postagens da querida Jaqueline Arruda sobre o Congresso de Gestão de Pessoas 2013:

"Negócios com a Alma: criando uma nova economia"


Lembrei daquela brincadeira infantil onde, sentados em círculo, cada um com uma pedrinha na mão, sincronizados, felizes e despertos, cantamos a música, marcando o compasso com a batida da pedrinha no chão:

"Escravos de Jó
Jogavam caxangá
Tira!
Bota!
Deixa o Zé Pereira ficar
Guerreiros
Com Guerreiros
Fazem zig zig zá"

Negócios com Alma e jogar caxangá, sob certa perspectiva, podem representar a mesma competência e decisão: agrupar, cooperar, apresentar as características do jogo (da empresa), ensinar, estimular, estar aberto para rever conceitos e formas de participar e talvez principalmente, agregar no entorno da empresa colaboradores que coloquem suas almas (experiências, competências, curiosidades, disposição para inovar) à serviço do negócio.

Quem não consegue rir dos próprios enganos ao brincar, assim como apresenta dificuldades para se envolver com a dinâmica de erros e acertos previsíveis para que todos divirtam-se no zig zig zá, muito provavelmente em sua seriedade e aborrecimento, escamoteia uma forma de liderar ultrapassada, sofrível e solitária.

Benditos os homens e as mulheres que colocam suas competências, habilidades e atitudes inovadoras na roda do respeito, convivência e atingimento de metas do negócio!

Certamente ali há Alma!

E o sucesso já está garantido!

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