domingo, 24 de julho de 2011

"...câmera na mão."

1920.
Século passado.
A cidade em movimento.
As pessoas em movimento.
As máquinas em movimento.
O movimento após o Movimento.
Poderia ser qualquer cidade,
qualquer pessoa,
de qualquer fábrica,
de qualquer país.
Mas coube a Dziga Vertov reunir as imagens,
montar a sequência,
compor e recompor uma história sem roteiros
informando sobre um dia comum
numa cidade incomum
entrelaçada e cerzida por histórias incomuns, cotidianas.
Sem palavras, intensamente sonoro, a trilha combina-se e ressalta o que há.
É 1920.
Mas parece aqui onde estou.
Cinema.
7ª e sempre impressionante Arte.



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